Ouse
Pensar.

Se todo mundo está indo para a direita,
talvez seja a hora de você checar se a esquerda
não tem uma vista melhor (ou menos fila).

Caralhos

Imagine um momento em momento algum.

E então as coisas começaram a acontecer — obras do acaso. Não sabemos se houve motivação, apenas que aconteceu, e aqui nós estamos. Mas, em um ponto no espaço-tempo, uma fração desse infinito, aconteceu a consciência. A consciência, por sua vez, criou a lógica: cada ação gera uma reação, e cada reação pode gerar uma ação subsequente. Antes de tudo isso não existia nada que determinasse o porquê de qualquer coisa. Aparentemente.

Não há motivo para o universo existir, e essa é uma verdade existencial (não universal — importante diferenciar), pelo simples fato de que a lógica para as coisas acontecerem é criada por humanos. E, até onde sabemos, o universo não é humano. Viemos dele, não ele veio de nós. Aconteceu, porque sim. Não tem sentido, não tem porquê, não há lógica, não há essência intrínseca, não há propósito subjacente tangível — apenas aconteceu. No entanto, ainda nos questionamos o porquê. Por quê?

Ter uma consciência é mais maldição que bênção. E, ironicamente, a culpa majoritária é das outras consciências. Elas não sabem disso (ou não querem), porque dói saber. E quando alguém sabe, ele se desloca do padrão. Incomoda.

O universo não é bom, muito menos ruim. Você olha para sua profundidade e a única coisa que vê de volta… é nada. Não há monstros. Não há divindades. Apenas um gigantesco buraco arenoso, frio e totalmente indiferente. Mas o que você sente é especial. Se busca um propósito, irá se decepcionar se procurar na verdade universal — porque ela não existe. A neutralidade do universo incomoda profundamente a subjetividade, porque somos feitos uns para os outros. Não fomos feitos para um único caminho de indiferença, muito menos para uma indiferença seletiva em relação a nós mesmos.

Não fico feliz, nem permaneco triste por muito tempo com isso, mas fico com raiva. Muita raiva da humanidade! Pois todos os fatos sobre nós aos quais temos acesso indicam que somos uma espécie que não sobrevive ao frio do universo sem outros — mas estamos nos separando cada vez mais do calor humano. Criamos problemas em busca de propósito e obrigamos uns aos outros a buscarem o mesmo caminho. Criamos linhas para nos dividir em busca de sentido e obrigamos uns aos outros a acreditarem, desde a infância, que isso é realmente necessário. Criamos tantas culturas e subculturas para sobreviver — e não estou dizendo que isso seja errado, mas as circunstâncias para a maior parte delas não foram ideais.

A humanidade se convenceu e está se obrigando a acreditar que todo o sofrimento que causamos — a miséria, os pecados, os maus-tratos e a inumanidade — são necessários, porque é da natureza humana ser ruim e, por isso, temos que ter limites tão duros. Eu não acredito que os seres humanos são ruins por natureza! Tivemos pouco tempo na existência para pensar sobre isso, mas temos uma mente capaz de ponderar a questão.

Sem sombra de dúvidas, a humanidade, ao longo da história, sempre esteve caminhando para um abismo. E pelo sofrimento que vemos hoje, até parece que já estamos caindo. Mas quero que você escute o misantropo que sou e tente olhar para isso de uma ótica diferente: sim, a humanidade está em colapso, mas ela sempre esteve em colapso. Talvez sejamos fadados a deixar de existir, assim como somos fadados a morrer. Mas, assim como na engenharia genética, não lutamos contra a morte com o objetivo momentâneo de garantir viver por mais 100 anos — só precisamos viver mais um ano. Então, em vez de abraçar o colapso, a entropia… por que não simplesmente não aceitar?

É o que fazemos todos os dias quando nos recusamos a morrer e saímos de nossas camas para tomar um banho gelado de manhã, ir para o trabalho ou para a escola. Ou quando simplesmente escolhemos ficar, e ficar…

Não seja um vilão, como um misantropo que mata porque a vida não tem sentido. Seja um herói. É mais difícil, mas é melhor do que fazer parte do grupo que você mais odeia. Seja um herói! Não jogue lixo na rua porque virá alguém pior que você limpar. Seja um herói! Não porque precise, mas porque, senão, qual diferença faria?

Seja diferente. Faça a diferença. Seja bom quando as circunstâncias não forem boas. Seja do bem quando o mundo exigir de você maldade.

Seja um herói!

Não ouça o mal. Não fale o mal. E, mais importante de tudo: não faça o mal.

Lorem Ipsum

Amante da ciência e odiador da ignorância humana! — Sou um simples pesquisador júnior autodidata, um exemplar da espécie Homo sapiens sapiens com aproximadamente 179 cm de altura, 18 translações terrestres completas no currículo e um IMC dentro da faixa considerada "esperada". Minhas pernas, no entanto, parecem ter recebido uma proporção extra na fábrica… são desproporcionalmente longas e insistem em lembrar todo mundo disso.

Exagerada!

Também me identifico fora de muitos rótulos tradicionais da sociedade — não me identifico com nenhum gênero e com nenhuma sexualidade. Também tenho uma empatia que às vezes exagera na dose, me fazendo parecer como um sensor alarmante humano de falta de gentileza, disparando internamente sempre que alguém cruza essa linha

E gosto de energético e coisas impossíveis :) (também de Lorem Ipsum, parece um feitiço.)

Sobre o Canal...

Criei o perfil Gorthraks com o objetivo de divulgar meu trabalho e conquistar o reconhecimento que ele merece (talvez).

Quero influenciar as pessoas para o bem, porque odeio ver maldade no mundo.

Além disso, é meu tendão de Aquiles assistir coisas ruins acontecendo e não poder fazer nada a respeito.

Acredito, com base em fatos reais, que se eu conseguir alcance, poderei dar visibilidade também a outras vozes boas. Afinal, neste mundo onde a maldade costuma se destacar facilmente, é preciso equilibrar as coisas.

Por isso… é hora de aniquilar a maldade! KKKKKK

Luz para mundos tempestuosos

A Wehown nasce de um princípio simples: o mundo não precisa apenas de novas soluções, precisa de uma nova leitura. Antes de corrigir, é necessário entender; antes de reagir, é preciso antecipar. A maioria das iniciativas atua sobre efeitos visíveis, ignorando os padrões profundos que os geram. É exatamente nesse ponto onde os fluxos ambientais, energéticos e sociais ainda são sutis, mas já estão em movimento, que o meu trabalho começa.

Hoje, grande parte das turbinas e tecnologias de geração de energia funcionam perfeitamente, mas apenas em condições ideais e sob altos investimentos. Isso cria um paradoxo alarmante: possuímos as ferramentas para evitar um colapso ambiental, mas elas não têm o alcance necessário. A minha proposta com a Wehown é romper essa barreira através do desenvolvimento de sistemas de energia eólica e hidrocinética que sejam genuinamente adaptáveis. O objetivo é criar tecnologias capazes de operar em cenários imperfeitos, muito mais próximos da realidade da maioria das pessoas. Trata-se de refinar o que já existe até que funcione não apenas para alguns, mas para todos.

Mais do que executar soluções, a Wehown quer reorganizar o entendimento dessa área. Transformando a complexidade em leitura, a leitura em decisão e a decisão em uma ação precisa! O foco atual é claro e absoluto: fazer a energia funcionar melhor, para mais pessoas e em mais lugares. Afinal, possuir o conhecimento e aprimorar o processo só faz sentido quando o resultado se torna acessível. Porque, no final das contas, isso não é apenas sobre eletricidade. É sobre o que decidimos fazer com ela. Energia é luz — luz para mundos tempestuosos.

A Wehown não é, ainda, uma empresa no sentido tradicional ou uma marca consolidada no mercado. Ela é uma estrutura conceitual em pleno desenvolvimento, moldada com rigor científico, ética e uma visão de longo prazo. Neste momento, atuo sozinho na construção dessa fundação, dedicando estudo e desenvolvimento minuciosos para transformar uma ambição imensa em realidade. O caminho está traçado em três etapas fundamentais: consolidar o conceito, construir o protótipo e, se tudo seguir como planejado, realizar o lançamento oficial.

Embora os recursos atuais sejam limitados, a precisão e a intencionalidade do projeto são inabaláveis. E a visão vai além: no futuro, a Wehown não se limitará à geração de energia, expandindo-se para novas formas de mobilidade, como veículos elétricos de alta performance e identidade própria. Mas, por agora, a missão é estruturar o amanhã. A Wehown não responde ao mundo como ele é; ela atua sobre o mundo como ele está se tornando.

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